Uma declaração feita durante o programa Fofocalizando, do SBT, movimentou as redes sociais nesta semana. A comentarista Carol Lekker acabou se tornando um dos assuntos mais comentados após elogiar a apresentadora Patrícia Abravanel, e muitos internautas interpretaram a fala como uma indireta para Eliana.
Durante o debate, Carol destacou que Patrícia construiu seu próprio estilo na televisão e afirmou que ela não precisa copiar ninguém para conquistar o público. Apesar de Eliana não ter sido citada em nenhum momento, a declaração rapidamente gerou repercussão nas redes sociais.
A interpretação dividiu opiniões. Enquanto alguns telespectadores concordaram com o comentário, outros entenderam que a fala fazia referência à apresentadora, que atualmente integra a programação da TV Globo. A reação foi imediata, com diversas críticas direcionadas à comentarista e mensagens pedindo sua saída do programa.
Até o momento, Carol Lekker não se pronunciou sobre a repercussão, e também não há qualquer manifestação de Eliana sobre o assunto.
Vale destacar que não existe confirmação de que a declaração tenha sido uma crítica direta à apresentadora. A associação entre as duas surgiu exclusivamente por parte dos internautas, que repercutiram o episódio nas redes sociais.
A polêmica reforça como comentários feitos ao vivo na televisão podem ganhar novas interpretações e gerar grande repercussão no ambiente digital, especialmente quando envolvem nomes conhecidos da TV brasileira.
A apresentadora e cantora Xuxa se prepara para um novo momento da sua carreira com o início da turnê “O Último Voo da Nave”, prevista para começar em julho. A artista, conhecida como a eterna Rainha dos Baixinhos, reafirma que não pretende se aposentar da música ou dos palcos, mas encerrará definitivamente um dos símbolos mais marcantes de sua trajetória: a icônica “nave” que marcou sua imagem desde os anos 1980.
A turnê passará por grandes capitais brasileiras, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Curitiba. A proposta, segundo a própria Xuxa, é fechar esse ciclo com uma despedida simbólica da estética espacial que acompanhou parte importante de sua carreira. Ela deixa claro que essa fase não será mais retomada: “Se quiserem me ver na nave depois, terão que recorrer a imagens de arquivo”, afirmou.
Além da despedida do cenário que marcou gerações, Xuxa também vive um momento de reflexão sobre maturidade e autoaceitação. Aos 63 anos, ela tem falado abertamente sobre o processo de envelhecer, defendendo uma visão mais leve e livre de pressões estéticas.
A artista destaca o orgulho de suas mudanças naturais ao longo do tempo e reforça que cada mulher deve ter autonomia sobre o próprio corpo, seja para envelhecer naturalmente ou recorrer a procedimentos estéticos, sem julgamentos externos. Em entrevista, resumiu esse pensamento ao afirmar: “Vou fazer o que quiser, no tempo que quiser”.
Mais do que uma despedida visual, o momento representa uma fase de amadurecimento pessoal e profissional, em que Xuxa reforça sua liberdade de escolhas e encerra um ciclo que marcou gerações de fãs em todo o Brasil.
Fonte: Portal LeoDias
Durante a edição do programa Altas Horas exibida no último sábado, dia 24, o ator Cauã Reymond compartilhou momentos delicados de sua infância, marcados por episódios de bullying e preconceito.
Ele relembrou as dificuldades que enfrentou em sua vida familiar, mencionando que sua mãe era portadora do vírus HIV e que sua tia sofria de esquizofrenia. Além disso, falou sobre a dor de crescer sem a presença do pai.
“Eu sofri muito bullying, minha mãe era HIV positivo. Minha avó adotou minha mãe, era mãe solteira e deficiente física e a minha tia, que também foi adotada, era esquizofrênica. Eu sofria muito bullying na rua porque meu pai morava em Santa Catarina, então eu não tinha ali uma figura masculina”, disse ele.
Denise, mãe do ator, faleceu em 2019, aos 55 anos, em decorrência de um câncer no ovário.
Cauã revelou ainda que encontrou nos esportes uma maneira de fortalecer sua autoestima e superar os desafios emocionais do passado.
“Uma coisa que eu senti em relação ao bullying é que, às vezes, chegava em casa e eu não tinha ninguém para falar, eu tinha vergonha. Minha mãe estava correndo atrás da vida, foi mãe muito nova então eu não falava para ninguém. Eu entrei no jiu-jitsu aos 14 para 15 anos e comecei a encontrar uma forma de defesa, de autoestima, de confiança”, lembrou.