Campeã do BBB 20 passa por treinamento intenso nos bastidores da emissora para comandar as atração matinais durante ausências das titulares.
A TV Globo está acelerando a preparação de Thelma Assis para dar um novo e importante passo em sua carreira na televisão. Campeã do BBB 20, a médica e comunicadora vem sendo treinada nos bastidores para atuar no comando das chamadas “super manhãs” da emissora, bloco que reúne os programas Mais Você e Encontro.
A estratégia da emissora é preparar Thelminha para assumir a frente dos programas durante férias, folgas e eventuais ausências de Ana Maria Braga e Patrícia Poeta, garantindo um nome forte e de confiança na apresentação das atrações ao vivo.
A movimentação nos bastidores ganhou ainda mais força com a necessidade de reorganização da equipe para os próximos meses, especialmente diante da futura licença-maternidade de Tati Machado, que hoje integra a dinâmica matinal do canal.
Para acelerar esse crescimento, Thelma participou recentemente de mais uma etapa da Oficina Cria Globo, projeto interno da emissora voltado para o treinamento e aprimoramento de novos apresentadores em situações de transmissão ao vivo.
Avaliada internamente por sua identificação com o público e naturalidade diante das câmeras, a ex-BBB se consolida como uma das principais apostas do canal para renovar e reforçar seu time de comunicadores nos próximos anos.
A Confederação Sul-Americana de Futebol, a Conmebol, criou uma força-tarefa permanente para combater o racismo no futebol sul-americano. O Ronaldo Nazário, famoso por ser o Ronaldo Fenômeno, foi escolhido para coordenar um grupo que visa desenvolver políticas de prevenção e sanção contra a discriminação.
Entre as propostas estão a criação de uma lista de pessoas proibidas de frequentar estádios e programas educativos para torcedores, árbitros e clubes.
No mesmo dia em que Ronaldo foi nomeado como líder, os envolvidos também falaram sobre punições, como a perda de pontos para clubes envolvidos em episódios racistas, mas houve resistência a essa ideia.
O caso de um jogador brasileiro vítima de racismo na Libertadores sub-20 foi um dos fatores que impulsionou a criação da força-tarefa. A medida visa promover inclusão e justiça no futebol.